Num dia de sol, o Vítor teve a ideia de ir, com os amigos, até à Mata de Vilar.
– Vamos visitar a Mata de Vilar? – perguntava o Vítor.
– Pode ser! – diziam todos ao mesmo tempo.
A Joana, o Samuel, o Vítor e a Cassandra põem-se a caminho e dirigem-se para a Mata de Vilar.
Quando lá chegaram, foram à procura do dr. Pedro Sá que é biólogo e representante da BioEscola e que iria ser o guia da expedição.
– Olá meninos, tudo bem? – perguntava o biólogo.
– Olá, dr. Pedro, nem o reconhecíamos, por causa da máscara. – dizia a Cassandra.
– Pois é, agora, temos de andar protegidos! Prontos para a visita à Mata de Vilar? – perguntava o biólogo.
– Sim, estamos ansiosos! – responderam, todos, quase em uníssono.
– Atenção, vamos combinar um ponto de encontro, caso alguém se perca e que será na Ponte de Espindo. Todos sabem onde fica???
– Simmmmmm – responderam os amigos.
Começaram a visita e eles iam encantados pela mata dentro, pois a natureza tem coisas maravilhosas, com as suas árvores imponentes, as pedras cobertas de musgo verde e os grandes arbustos. Em alguns troncos cresciam cogumelos enormes, noutros, havia pequenas casas de madeira que serviam de abrigo aos pássaros.
– Uau! Isto é maravilhoso, transmite tanta paz! – dizia o Samuel, sonhador.
– Ainda bem que gostam, mas não sabem o trabalho que dá cuidar de isto tudo! Vamos pelo trilho do miradouro e, aí, vocês vão ver o que é belo! – continuava o biólogo, entusiasmado.
E, lá, foram, todos pelo trilho fora, observando a mata. Chegando ao miradouro, eles admiraram a paisagem.
– Realmente, isto é lindo! – exclamava a Cassandra.
– Descansem um pouco, estamos no meio da mata e, se quiserem, podem lanchar, porque, em seguida, vou mostrar-vos a Torre de Vilar, mas calma, pois, ainda, temos muito que ver na mata. – dizia o dr. Pedro.
Continuando a visita passaram pelas árvores furadas pelos pica-paus.
– Uau, isto aqui é tão bonito, que até dá vontade de jogar ao esconde-esconde! – dizia a Joana.
– Calma malta, nós não estamos aqui para brincar, mas, sim, para falar sobre a natureza e, ainda, nos falta um bocadinho para chegarmos à Torre de Vilar. – explicava o biólogo, com um ar muito sério.
– Eu queria tanto jogar ao esconde-esconde! – dizia, por sua vez, o Samuel.
Continuaram o caminho e iam, tão distraídos, que nem deram pela falta do Samuel e da Joana.
Quando chegam à Torre de Vilar, o dr. Pedro dá pela falta dos dois e vira-se para o grupo, um pouco zangado:
– Meninos, onde estão os vossos colegas?
– Não tínhamos dado pela falta deles… o que será que aconteceu?
– Tenham calma, vou comunicar pela rádio, para os meus colegas nos ajudarem.
Entretanto na mata, a Joana e o Samuel estão felizes a jogar ao esconde-esconde.
– Samuel, Samuel, onde estás tu? – chamava Joana.
– Estou aqui, vem ver se me apanhas, Joana! – gritava Samuel.
– Isto aqui é tão bonito que até dá vontade de ter aqui uma casa, aqui, no meio da mata! Não achas?
– O que eu acho é que nós estamos sozinhos, ficamos, aqui, na brincadeira e acabamos por nos perder! E agora o que vamos fazer? – perguntava Samuel, com um ar muito preocupado.
– Calma, o dr. Pedro disse que se alguém se perdesse fosse ter à Ponte de Espindo. – continuava Joana, já um pouco mais confiante.
João Pereira
EBS Lousada Norte/Agrupamento de Escolas Dr. Mário Fonseca
+ literacia: Uma tarde entre amigos












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