por | 6 Set, 2025 | Editorial, Editorial

Editorial 152 | Provérbios, Ditados e Expressões

A Língua Portuguesa é um manancial de conhecimento! 

Formal ou informalmente usada, a língua permite-nos aprendizagem, crescimento e reflexão. Caso disso são os provérbios ou ditados, que enquanto expressões típicas, embelezam o nosso dia-a-dia. 

Os mais entendidos, assumem que estes provérbios e ditados são originados na experiência humana, que os eterniza através destes “ditos”, procurando transmitir conhecimento às gerações seguintes, demonstrando sabedoria de quem os fala e um ensinamento para os seus ouvintes, mesmo que por vezes os possamos contrariar.

Às vezes, “para bom entendedor, meia palavra basta”. 

Por isso, muitas palavras podem inutilizar um bom enredo. Até porque “quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto” e isso pode retirar interesse à história. Assim, é importante ter em conta que até nas palavras “no poupar é que está o ganho”, importando também ter em consideração que “falar é prata, calar é ouro”.

A verdade, essa, “vem sempre ao de cima” e às vezes comprova que é-se “preso por ter cão e preso por não ter”. Por isso, o melhor mesmo é ficar “cada macaco no seu galho”. Preocupando-se cada pessoa com o que lhe diz respeito, colocando-se no seu lugar, principalmente para não interferir em assuntos sobre os quais não tem competências. E quando assim não acontece, mais vale lembrar que “quando um não quer, dois não discutem”.

“A viola quer-se na mão do tocador”, para aí sim ouvirmos belas melodias tocadas e, quem sabe, cantadas por alguém que consegue verdadeiramente encantar. Lembremo-nos que ser “o bombo da festa” e “meter a viola ao saco”, não é necessariamente a mesma coisa do que “quem cala, consente”. Esperem só até “que meta a boca no trombone”, para vermos que afinal até é um excelente músico e que “boa romaria faz, quem em casa fica em paz”.

É certo que “cada qual é para o que nasce”, mas de “médico e louco, todos temos um pouco”, da ousadia vem a evolução e dos “fracos não reza a história”, sendo que “ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto”.

Mas pronto, “toda a brincadeira tem sempre um pouco de verdade” e esta não “fugiu à regra”. Mas a “César o que é de César”! E já que falamos em César, à mulher dele “não basta ser séria, é preciso parecer”. Ainda bem que “nem tudo o que se diz, se escreve”.

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