Primeiramente, no que diz respeito a população não-binária, é fundamental existir intervenções de nível micro. É crucial questionar sobre os pronomes de género, por exemplo, “Olá, o meu nome é Ema, eu uso os pronomes ele/eles ou ela/elas, qual pretende que utilize, que nome e pronomes usa?” Esta questão inicial será essencial para os não-binários, permitindo-lhes, desta forma, indicar os pronomes corretos ao invés de serem previamente assumidos os incorretos, visto que os mesmos, por vezes, usam distintos pronomes em contextos diferentes (Singh & Dickey, 2017).
Alguns não-binários, ocasionalmente podem se sentir invisíveis com a sua identidade quando provavelmente as outras pessoas se referem a eles de formas binárias (McLemore, 2015). Se um cliente deseja explorar o seu género é fundamental ter uma atitude aberta a várias possibilidades sem ter um “fim preconcebido” para a identidade do mesmo. Devemos demonstrar aceitação e afirmação perante o indivíduo, independentemente da frequência com que o mesmo altera os rótulos ou pronomes que utilizam para descrever a sua identidade de género nos distintos momentos (Matsuno, 2019).













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