por | 11 Fev, 2021 | Política

Coordenação do LIVRE Porto organizou conversa online sobre as Eleições Autárquicas

No passado sábado, dia seis de fevereiro, realizou-se a primeira Conversa LIVRE de 2021, sobre Eleições Autárquicas. A conversa foi organizada pelo Grupo de Coordenação Local do LIVRE Porto e contou com a participação de Membros, Apoiantes e pessoas da sociedade civil.

A Ordem de Trabalhos foi subordinada a dois temas principais: a explicitação do procedimento de eleições primárias dentro do partido e posterior debate sobre os principais problemas sentidos no distrito do Porto.

Processo de eleições primárias

Durante a conversa, o LIVRE assumiu “um compromisso estreito com o reforço e proteção da democracia e, como tal, permite que qualquer pessoa participe na seleção dos candidatos pelo partido. A política partidária mostra-se frequentemente fechada à participação da população, o que afeta diretamente a qualidade da democracia. Ao mesmo tempo, dificulta-se a participação política dos cidadãos que não pretendam integrar um partido”, explicam em comunicado.

O partido encontra-se a trabalhar na estratégia e programa gerais para as eleições autárquicas, a decorrer entre setembro e outubro de 2021. O programa será posteriormente adaptado às diferentes autarquias. 

O processo de primárias ocorrerá entre março e abril, podendo concorrer ou eleger qualquer pessoa, desde que subscritora dos princípios e valores do LIVRE. 

Auscultação da população

O LIVRE Porto criou o movimento “Problemas da Minha Cidade”, na rede social Twitter. Através deste exercício, pretendem “recolher as principais preocupações dos cidadãos relativamente à cidade e/ou distrito do Porto”.

Os contributos cruzaram diversas áreas, desde a Mobilidade e Acessibilidade à Ecologia. 

Esta recolha mostrou-se fulcral, “solidificando o nosso compromisso com a aproximação da população do distrito e fomentando a participação cívica. Responder às necessidades e anseios das pessoas é uma das nossas principais preocupações. Cremos que as eleições autárquicas serão o meio privilegiado para responder a estes anseios, pois as autarquias mantêm uma relação privilegiada com a comunidade”, acrescenta a mesma fonte.

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