Pelo Diretor – José Diogo Fernandes
Tempo de Natal representa sempre um tempo de mais sensibilidade para todos nós. Cada um com as suas razões e emoções revê nesta época uma oportunidade de se aproximar dos que mais gosta e lhe fazem bem. A tolerância também aparece com mais relevo, apesar de alguns corações empedernidos que apenas promovem a inveja e a acrimónia.
Este ano já nos podemos aventurar mais um pouco nos encontros familiares, apesar de ainda existirem algumas preocupações no que toca à transmissão coronavírus entre os mais novos, ainda não vacinados. Consideramos que as pessoas estão realmente cansadas de ser cuidadosas e dos apelos constantes que se fazem, pois a vacinação tem de ser aproveitada para nos libertar deste constante medo, que muitas notícias acarretam. Temos que ter a noção que os países que ainda têm muitos casos são aqueles que não tiveram uma vacinação tão alargada. Mesmo cá, sabemos que há portugueses adultos que se recusaram a tomar a vacina e por isso esses são os mais prejudicados perante o contacto com o vírus. Todos nós que aderimos estamos protegidos perante esse contacto, pois mesmo sendo portadores não teremos as consequências graves do passado. Se o país fosse todos os dias “metralhado” com os óbitos dos portugueses com o vírus da gripe, com cancro, de AVC’s ou de outros problemas, constataremos que serão muitos mais do que imaginamos e provavelmente iríamos também sofrer psicologicamente com esses números. Estamos a precisar de alguma paz noticiosa sobre este assunto.
António Magalhães da Cunha é o nosso “Grande Louzadense”! Cidadão multifacetado nas suas atividades profissionais e sociais. Foi bombeiro condecorado, atleta de craveira regional, treinador de futebol, dirigente de várias coletividades e presidente da Junta de Freguesia de Pias. Homem simples, afável e de conversa empática, cedo se revelou um cidadão de grande disponibilidade para a causa pública. São destes lousadenses que a história local não poderá esquecer.
O nosso relevo desta semana na rubrica “Cidadania” é José da Cunha Camelo. Um homem sobejamente conhecido no concelho, não só pela sua atividade de motorista da transportadora Pacense e fundador de uma das primeiras agências de viagens de Lousada, como também pela sua simpatia, gentileza e boa disposição.
Revelou-se também um excelente cidadão, sendo fundador do Centro Cultural e Desportivo da Ordem (CCDO), freguesia onde foi presidente da Junta e da Mesa da Assembleia.
Nesta edição destacamos o comércio local que muito tem sofrido com a pandemia, mas que curiosamente tem revelado mais empreendedores a abrirem novos espaços comerciais. Constatamos assim a revitalização do nosso comércio de proximidade.
As nossas rubricas habituais difundem os lousadenses que estiveram ligados ao Rock, que emigraram e também os que já desapareceram, mas deixaram marca no concelho.
O Louzadense continuará próximo dos nossos concidadãos para relevar o nosso bairrismo e identidade.
O Louzadense deseja a todos uma época natalícia em paz, com saúde e naturalmente com muito carinho.
Continuem a seguir-nos!
Boa leitura!












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