Rancho Folclórico Nossa Senhora da Ajuda quer ir além-fronteiras

O Rancho Folclórico Nossa Senhora da Ajuda foi fundado oficialmente a 22 de março de 2012 por um grupo de amigos que queria manter vivas as tradições locais. No entanto, é de relevar que, durante a década de 50 e 60 do século passado, viveu o primeiro ciclo da sua existência com intensa atividade. Preservar, recolher e divulgar as tradições musicais, coreográficas, usos e costumes das gentes de Nevogilde é o seu objetivo. “O Rancho é uma arte, a ser apreciado a cada verso de uma música, a cada passo de coreografia, a cada traje elaborado com todo o requinte e paixão a ele dedicado”, pode ler-se na sua apresentação.

Atualmente, o Rancho é composto aproximadamente por 50 elementos, distribuídos por vozes, instrumentos e pares de dança.

José António da Silva Ribeiro, de 46 anos, natural de Nevogilde, é o presidente do Rancho Folclórico Nossa Senhora da Ajuda desde 2011, ainda sem este estar oficialmente criado. Leia a entrevista que se segue e fique a conhecer melhor este grupo que levas as tradições de Lousada a todo o país.
Fale-nos do percurso enquanto presidente do Rancho.
Iniciei atividade como Presidente do Rancho Folclórico Nossa Senhora DAjuda no ano 2011. Após um período controverso, comecei por unir o grupo que atualmente temos, para posteriormente vestir todos os elementos. Após a concretização do primeiro objetivo, vestir todo o grupo, começamos a ter espetáculos e angariar fundos, que ajudaram na prossecução do segundo objetivo, a renovação de uma parte da antiga escola primária de Nevogilde, que hoje são as instalações da sede do nosso rancho. A sede comtempla uma sala de ensaios, uma sala de reuniões e um bar, que serve como espaço de convívio de todo o grupo. Atualmente, continuamos com a nossa atividade folclórica por todos os recantos de Portugal. Caracterize o atual momento do rancho. O rancho teve o seu primeiro momento na década de 50 no seculo XX, terminando a sua atividade em meados de 1960 por força da partida de grande parte dos elementos para a Guerra Colonial. Ganhou nova força em 2009, passando para a minha presidência no ano de 2011. O grupo que hoje temos é formado por 50 elementos de várias faixas etárias. É um grupo também apoiado por elementos que o acompanham para todo o lado. Ao longo destes 8 anos, fomos convidados para festivais de outros ranchos, para festas e romarias de norte a sul de Portugal. E todos os anos no terceiro sábado do mês de agosto realizamos o nosso festival, junto à capela da Nossa Sra. DAjuda. Este é sem dúvida o momento alto do nosso grupo.
O rancho é hoje um grupo unido, onde todos os elementos têm em consideração os objetivos e pretensões do Rancho. Todos participam nas atividades propostas e todos se esforçam para levar o grupo a bom porto.
Quais os principais objetivos para o futuro?
Concretizados os principais objetivos, é hoje o momento de pensar em novos voos, e é para isso que certamente vamos trabalhar. Assim sendo, é nosso objetivo a gravação do primeiro CD, com todas as modas, incluindo a moda “Rusga à Nossa Sra. D´Ajuda”, que, não desmerecendo as outras, é muito bonita. Para além disso, sonhamos levar o nosso Rancho e a nossa cultura para além-fronteiras, a diversos países da Europa e quiçá a outros continentes.
Vamos ver como correrão os próximos tempos!
Para si, quais foram os momentos mais importantes do vosso grupo?
Todos os momentos são importantes, mas destaco a realização dos sucessivos festivais, os convívios entre todos os elementos, que permitem a interação e a coesão do grupo e, claro, foco sobretudo o dia em que inauguramos a nossa sede. Este foi sem dúvida um momento alto do rancho, pois todos sentimos que todo o trabalho estava então a ser materializado. Foi um grande passo…
No último sábado, realizou se o VII Festival do Rancho. Que balanço faz desta iniciativa?
O VII Festival, realizado no passado sábado, correu muito bem, desde os timings à organização. Foi mais um marco na nossa história, um festival bem conseguido, que mostrou as nossas capacidades de realização e a nossa evolução enquanto grupo. Elevamos certamente a fasquia para o próximo festival.

Para si, é importante a realização desta iniciativa?

É muito importante a realização desta iniciativa, primeiro porque é o momento em que o rancho se apresenta à freguesia e mostra todo o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Em segundo lugar, é mais um momento de festa, que permite juntar pessoas dos mais diversos lugares, uma vez que vêm ranchos dos vários pontos do país. Esta é uma excelente oportunidade para que os grupos visitantes possam conhecer a freguesia de Nevogilde e a maravilhosa vila de Lousada.

O Rancho Folclórico Nossa Senhora da Ajuda foi fundado oficialmente a 22 de março de 2012 por um grupo de amigos que queria manter vivas as tradições locais. No entanto, é de relevar que, durante a década de 50 e 60 do século passado, viveu o primeiro ciclo da sua existência com intensa atividade. Preservar, recolher e divulgar as tradições musicais, coreográficas, usos e costumes das gentes de Nevogilde é o seu objetivo. “O Rancho é uma arte, a ser apreciado a cada verso de uma música, a cada passo de coreografia, a cada traje elaborado com todo o requinte e paixão a ele dedicado”, pode ler-se na sua apresentação.

Atualmente, o Rancho é composto aproximadamente por 50 elementos, distribuídos por vozes, instrumentos e pares de dança.

José António da Silva Ribeiro, de 46 anos, natural de Nevogilde, é o presidente do Rancho Folclórico Nossa Senhora da Ajuda desde 2011, ainda sem este estar oficialmente criado. Leia a entrevista que se segue e fique a conhecer melhor este grupo que levas as tradições de Lousada a todo o país.

Fale-nos do percurso enquanto presidente do Rancho.

Iniciei atividade como Presidente do Rancho Folclórico Nossa Senhora Ajuda no ano 2011. Após um período controverso, comecei por unir o grupo que atualmente temos, para posteriormente vestir todos os elementos. Após a concretização do primeiro objetivo, vestir todo o grupo, começamos a ter espetáculos e angariar fundos, que ajudaram na prossecução do segundo objetivo, a renovação de uma parte da antiga escola primária de Nevogilde, que hoje são as instalações da sede do nosso rancho. A sede comtempla uma sala de ensaios, uma sala de reuniões e um bar, que serve como espaço de convívio de todo o grupo. Atualmente, continuamos com a nossa atividade folclórica por todos os recantos de Portugal. Caracterize o atual momento do rancho. O rancho teve o seu primeiro momento na década de 50 no seculo XX, terminando a sua atividade em meados de 1960 por força da partida de grande parte dos elementos para a Guerra Colonial. Ganhou nova força em 2009, passando para a minha presidência no ano de 2011. O grupo que hoje temos é formado por 50 elementos de várias faixas etárias. É um grupo também apoiado por elementos que o acompanham para todo o lado. Ao longo destes 8 anos, fomos convidados para festivais de outros ranchos, para festas e romarias de norte a sul de Portugal. E todos os anos no terceiro sábado do mês de agosto realizamos o nosso festival, junto à capela da Nossa Sra. D’Ajuda. Este é sem dúvida o momento alto do nosso grupo.
O rancho é hoje um grupo unido, onde todos os elementos têm em consideração os objetivos e pretensões do Rancho. Todos participam nas atividades propostas e todos se esforçam para levar o grupo a bom porto.

Quais os principais objetivos para o futuro?

Concretizados os principais objetivos, é hoje o momento de pensar em novos voos, e é para isso que certamente vamos trabalhar. Assim sendo, é nosso objetivo a gravação do primeiro CD, com todas as modas, incluindo a moda “Rusga à Nossa Sra. D´Ajuda”, que, não desmerecendo as outras, é muito bonita. Para além disso, sonhamos levar o nosso Rancho e a nossa cultura para além-fronteiras, a diversos países da Europa e quiçá a outros continentes.

Vamos ver como correrão os próximos tempos!

Para si, quais foram os momentos mais importantes do vosso grupo?
Todos os momentos são importantes, mas destaco a realização dos sucessivos festivais, os convívios entre todos os elementos, que permitem a interação e a coesão do grupo e, claro, foco sobretudo o dia em que inauguramos a nossa sede. Este foi sem dúvida um momento alto do rancho, pois todos sentimos que todo o trabalho estava então a ser materializado. Foi um grande passo…

No último sábado, realizou se o VII Festival do Rancho. Que balanço faz desta iniciativa?

O VII Festival, realizado no passado sábado, correu muito bem, desde os timings à organização. Foi mais um marco na nossa história, um festival bem conseguido, que mostrou as nossas capacidades de realização e a nossa evolução enquanto grupo. Elevamos certamente a fasquia para o próximo festival.

Para si, é importante a realização desta iniciativa?

É muito importante a realização desta iniciativa, primeiro porque é o momento em que o rancho se apresenta à freguesia e mostra todo o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Em segundo lugar, é mais um momento de festa, que permite juntar pessoas dos mais diversos lugares, uma vez que vêm ranchos dos vários pontos do país. Esta é uma excelente oportunidade para que os grupos visitantes possam conhecer a freguesia de Nevogilde e a maravilhosa vila de Lousada.

A realização deste festival permite ainda que todo o grupo se junte e trabalhe para o mesmo fim e para que cada ano que passe possamos ultrapassar os objetivos traçados.

Quais são as razões para que o vosso grupo não seja federado?

Atualmente é financeiramente insustentável pertencer à Federação, para além de que o Rancho Folclórico Nossa Sra. D`Ajuda não se revê, com todo o respeito, com algumas exigências que a Federação proclama. Neste momento, estamos em conformidade com facto de não estarmos fidelizados.

Estão satisfeitos com os apoios das entidades publicas e privadas?

Sim, verdadeiramente satisfeitos. A Junta de Freguesia ajuda sempre no que pode e no que lhe é solicitado. Com o Município de Lousada, que sempre apoiou o rancho, quer na disponibilização dos transportes, quer na realização das obras da sede do grupo. Ambas as entidades públicas estão presentes para a satisfação das necessidades do grupo.
A nível privado, muitas são as entidades que ajudam o rancho, nomeadamente com patrocínios e afins. Especial agradecimento para a PenaTravel, para a escola de condução Lousadense, para a empresa Mag&Sil, Caprichos do Bosque, Farmácia Amândio, DUBE Eletrodomésticos, Park Caffee Lounge, Quinta da Pousada, Sousa dos Leitões, Florista da Costa, Ourivesaria Joaquim Gonçalves, Ourivesaria Santo António, Confeções Penedo Santo e Agência Funerária Santos.
A todos, o nosso muito obrigado.

A realização deste festival permite ainda que todo o grupo se junte e trabalhe para o mesmo fim e para que cada ano que passe possamos ultrapassar os objetivos traçados.

Quais são as razões para que o vosso grupo não seja federado?

Atualmente é financeiramente insustentável pertencer à Federação, para além de que o Rancho Folclórico Nossa Sra. D`Ajuda não se revê, com todo o respeito, com algumas exigências que a Federação proclama. Neste momento, estamos em conformidade com facto de não estarmos fidelizados.

Estão satisfeitos com os apoios das entidades publicas e privadas?

Sim, verdadeiramente satisfeitos. A Junta de Freguesia ajuda sempre no que pode e no que lhe é solicitado. Com o Município de Lousada, que sempre apoiou o rancho, quer na disponibilização dos transportes, quer na realização das obras da sede do grupo. Ambas as entidades públicas estão presentes para a satisfação das necessidades do grupo.

A nível privado, muitas são as entidades que ajudam o rancho, nomeadamente com patrocínios e afins. Especial agradecimento para a PenaTravel, para a escola de condução Lousadense, para a empresa Mag&Sil, Caprichos do Bosque, Farmácia Amândio, DUBE Eletrodomésticos, Park Caffee Lounge, Quinta da Pousada, Sousa dos Leitões, Florista da Costa, Ourivesaria Joaquim Gonçalves, Ourivesaria Santo António, Confeções Penedo Santo e Agência Funerária Santos.
A todos, o nosso muito obrigado.

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