por | 18 Nov, 2021 | Cultura

Rota do Românico lança rede de geocaching

A Rota do Românico concluiu o projeto de uma rede temática de geocaching, com a instalação de 31 geocaches nos seus monumentos e centros de interpretação.

O geocaching é uma atividade recreativa ao ar livre, feita em grupo ou de forma individual, cujo objetivo é encontrar recipientes georreferenciados (as geocaches), escondidos em locais públicos, com o recurso a um dispositivo com sistema de posicionamento global (GPS), como um simples telemóvel.

As experiências desta “caça ao tesouro” são partilhadas online, nas redes sociais e na plataforma www.geocaching.com, onde estão publicadas todas as geocaches disponíveis, bem como as pistas para a sua localização.

Nos últimos anos, esta desafiante atividade tem vindo a atrair um crescente número de entusiastas em todo o mundo. Em Portugal, estão registados atualmente cerca de 53 mil praticantes e existem mais de 83 mil geocaches ativas.

geocaching apresenta-se, deste modo, como uma interessante ferramenta e um “pretexto” complementar para a descoberta e exploração dos bens patrimoniais da Rota do Românico e do seu território de influência.

O projeto da rede de geocaching da Rota do Românico, disponível desde o passado mês de julho, foi desenvolvido por uma equipa do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Coimbra, e conta já com cerca de 550 registos do tipo “encontrei” na plataforma.

A rede de geocaching da Rota do Românico está enquadrada no projeto EEC PROVERE Turismo para Todos: Valorização, dinamização e promoção turística da região, cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia.

A Rota do Românico reúne, atualmente, 58 monumentos e dois centros de interpretação, distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega (Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende).

As principais áreas de intervenção da Rota do Românico abrangem a investigação científica, a conservação do património, a dinamização cultural, a educação patrimonial e a promoção turística.

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