FEDERAÇÃO NÃO AUTORIZA O “CASAMENTO”
Estava tudo bem encaminhado entre as partes para que a junção da Associação Desportiva de Lousada com os canadianos da Sociedade Anónima Desportiva Lank, mas a junção esbarrou com os entraves levantados pela Federação Portuguesa de Futebol.
O jornal O Louzadense sabe que a Federação Portuguesa de Futebol não deu o aval para o projeto de coligação entre a Associação Desportiva de Lousada (ADL) e o grupo empresarial canadiano que detém os direitos da Sociedade Anónima Desportiva Lank. Esta entidade esteve na época passada à frente do clube Vilaverdense (Vila Verde, Braga), que desceu ao terceiro escalão nacional de futebol e os seus promotores, de origem canadiana queriam mudar-se para outro clube, levando consigo o direito de inscrever uma equipa sénior masculina naquela divisão nacional, uma equipa feminina na primeira liga nacional e uma equipa de júniores na respetiva primeira divisão.
Conforme O Louzadense havia noticiado, as intenções da ADL foram anunciadas em Assembleia Geral, onde os sócios mandataram a Direção presidida por Sandro Sousa para negociar com aquela entidade. Tudo parecia bem encaminhado para a concretização da ligação entre ADL e SAD Lank, mas o negócio gorou-se.
O jornal O Louzadense sabe que a FPF colocou entraves como a não autorização da mudança de nome do Lank para Lousada, facto pretendido pelos lousadenses. Essa poderia ser uma “questão contornável”, mas segundo fontes próximas deste processo contactadas pelo Louzadense, o que realmente terá obstado a ligação foi a existência de dívidas daquela entidade investidora enquanto detentora ou exploradora do Vilaverdense.
Depois deste artigo finalizado e com a edição a encerrar, soubemos que a ADL emitiu um comunicado onde se refere ao desenlace deste caso.













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