Regresso às aulas: Filipe Silva, diretor do Agrupamento de Escolas de Lousada

O início do ano letivo implicou por parte das direções dos agrupamentos de escolas muito trabalho para conseguirem implementar planos de contingência que defendam a saúde pública. Cientes que o sucesso da escola será determinante para a vida do país, não pouparam esforços para conseguirem as melhores soluções.

“ É uma situação que nós nunca esperaríamos viver, mas temos de nos adaptar à situação como ela é, para fazer frente a este vírus. Tivemos de fazer algumas alterações, nomeadamente à entrada das escolas, onde tem de higienizar as mãos, medir a temperatura a todos os alunos e a todas as pessoas que entram dentro da escola. É uma das regras que tivemos de implementar no nosso agrupamento. Tivemos de colocar sinalética. Toda a gente circula pelo lado direito; nas salas fizemos a divisão, tendo um aluno por carteira, com o distanciamento de um metro e meio; fizemos a separação na cantina, onde cada aluno tem o seu espaço para comer, sem estar em contacto com o colega do lado, existindo divisórias no meio da mesa. O espaço da sala de convívio dos alunos ficou com menos mesas, fizemos separação no bufete, temos os higienizadores em cada um dos quiosques. Nisto tudo, houve uma alteração muito grande.

O que eu digo é que há quatro mandamentos que são fundamentais: utilização correta da máscara, o distanciamento social, a higienização das mãos e etiqueta respiratória. Um pedido aos alunos é que tirem as máscaras só nos espaços que estão destinados a tal, dentro da na cantina e num espaço onde eles podem tomar o seu lanche. Fora disso, vamos usar a máscara e vamos sair bem desta pandemia.”

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