por | 12 Jul, 2021 | Desporto

Joaquim Machado sobre Sever do Vouga: “pior é impossível”

Sever do Vouga recebeu, no passado fim de semana, a terceira ronda do Campeonato de Portugal de Ralicross.

Joaquim Machado, com o seu Peugeot 208, não foi muito feliz na prova.

O piloto da Kispo começou por ser penalizado em tempo, logo na primeira corrida, que o atira para o fim da tabela classificativa. Conquistou na quarta corrida de qualificação, o terceiro lugar, que foi o melhor lugar obtido na prova.

Findas as qualificações, o piloto lousadense compareceu na meia-final, onde parte da segunda linha. Numa meia-final extremamente disputada, à semelhança de todas as corridas, Joaquim Machado garante o acesso à final.

Dada a partida para a final, numa final completamente alucinante e extremamente disputada, Machado fica-se pela terceira volta, com problemas mecânicos.

“A corrida não correu bem e terminou pior”, começou por afirmar Joaquim Machado, continuando: “muito é inexplicável nas decisões tomadas, as decisões do colégio chegam incorretas e tardias. Depois as viaturas ficarem retidas até a madrugada de segunda-feira, é algo que nunca conseguirei entender. Não somos pilotos profissionais, temos horários a cumprir no dia seguinte, na profissão que nos ajuda a pagar as corridas. Depois estávamos sem comida, cansados e às escuras. Sinceramente foi muito mau para todos nós. Como piloto, sou forçado a ponderar a continuação na modalidade e sinto o mesmo sentimento nos meus colegas”.

A prova terminou por volta das oito horas e as viaturas da Super 1600 foram liberadas do parque fechado por volta das 2 horas da manhã, sem que nada o justifique.

A próxima prova é em Montalegre no fim de semana de 24 e 25 de julho.

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