Lotação esgotou em poucas horas
Nem todas as pessoas que estavam na fila, que se formou às 9 horas de sexta-feira à porta do auditório municipal, conseguiram bilhete para o concerto de uma das mais populares intérpretes portuguesas da atualidade: Carolina Deslandes. Já tinha sido assim com a venda de bilhetes para o concerto de Carminho. Os tão desejados lugares para os concertos das Noites Acústicas são poucos para tanta procura. Nas redes sociais há quem diga que vai montar tenda de madrugada no dia 1 de Abril, quando serão postos à venda os bilhetes para o concerto de Sérgio Godinho. Com isto, vem a público pedidos para a construção de um espaço maior.
Os bilhetes foram colocados à venda às 10 horas, tanto na bilheteira do Auditório Municipal de Lousada, como na Ticketline. Nesta plataforma digital, além de apenas terem sido disponibilizados metade dos quase 290 lugares do auditório, a venda esteve apenas acessível durante alguns minutos e ficou depressa “indisponível”.
Na bilheteira do auditório, as entradas esgotaram num ápice: às 10:45 horas já não havia lugares. Cada pessoa só pode levantar quatro ingressos.
Como noutros eventos, o local é pequeno demais para tanta procura. As “Noites Acústicas” são preenchidas com nomes sonantes do passado e da atualidade da história da música portuguesa e, por isso, é um evento muito procurado. Em Abril, vem um gigante da música portuguesa: Sérgio Godinho. “A que horas vai começar a ser formada fila?”, alvitrou alguém, que não foi bafejado pela sorte da espera na longa fila.
Nas redes sociais do nosso jornal várias pessoas comentaram o caso. “Está na hora do município lousadense avançar para a construção de um pavilhão multiusos“, escreveu Rui Ribeiro (@rui.lsd). “Um concerto intimista…”, escreveu Pedro Mariano (@pedromariano.ok).
Outra opinião foi lançada por Daniel Couto, no Facebook: “Já entendi que o objetivo poderia ser construir algo maior. Mas para quê? Para se formar também a ideia que andam a gastar dinheiro desnecessário, como se diz em tudo que é feito em Lousada? Concordo que até poderíamos ter algo maior e melhor, mas sejamos todos coerentes na hora de se fazer as coisas”.
Numa perspetiva mais irónica, Vitor Soares publicou: “É como o Posto Médico, só não vendem bilhetes para espetáculos, mas as pessoas formam filas bem cedinho”. Também esta publicação gerou reações. Uma delas foi de Graça Ferreira: “Por acaso até teve Graça, eu estive na fila e quando chegou a minha vez já não havia bilhetes”.
Uma habitual espetadora destes concertos é Antónia Rocha, que também não conseguiu bilhete para ver Carolina Deslandes: “Deveriam fazer mais um espetáculo, fiquei tão triste não conseguir bilhete”.













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