por | 5 Fev, 2021 | Editorial

Editorial da edição n.º 42 de 4 de fevereiro de 2021

O Louzadense aproxima-se da idade de “caminhar sem ajuda”. Tem quase dois anos e já consegue dar passos relativamente seguros e confiantes. Nesta edição damos mais um pouco de informação variada aos nossos leitores.

A rubrica LouzaRock, da autoria do lousadense José Carlos Carvalheiras, é mais um excelente contributo para a história de Lousada. A música foi sempre uma “veia” cultural presente em muitas gerações de lousadenses. Desejamos contribuir para que as gerações mais jovens e vindouras possam conhecer a panóplia de grupos/bandas de música rock, que animaram as nossas vidas desde dos anos 80 do século anterior.

Nesta edição também fazemos referência à excelente entrevista que o Dr. Paulo Morais deu ao nosso jornal. Dr. Paulo de Morais aceitou dar uma entrevista a’O Louzadense, moderada pelo Dr. Carlos Manuel Nunes, proporcionando uma animada, assertiva e cativante conversa sobre temas atuais, relevando a sua ousada luta pela promoção da transparência, ética e integridade na gestão pública. O Dr. Paulo Morais é um português sobejamente conhecido. É professor universitário, mas está claramente associado à luta contra a corrupção. Foi um bom momento, ter uma figura nacional a palestrar e a interagir com Lousada. Pretendemos continuar a contribuir para este serviço público de informação verdadeira, pertinente e abrangente.

Nesta edição, conheceremos melhor o souselense António Castro. Este “Grande Louzadense” foi presidente de junta e vereador da câmara municipal. Homem simples, determinado e empreendedor contribuiu para a causa pública de uma forma desprendida e altruísta.

No “Louzadenses com Alma” recordamos Felicidade Pinto, mais conhecida por “A Severa”. Esta senhora deu origem a uma casa de bebidas e petiscos de relevo para a época. Mais tarde, transformou-se em restaurante e em pousada, tendo sido sempre conhecido pela “A Severa”, devido aos fados lá cantados e tocados nos anos 40 e 50, do século passado.

A nossa “Louzadense lá fora” é Joana Ribeiro, que se encontra em Angola, como professora num colégio privado há vários anos. Professora convicta e aventureira guarda Lousada no coração.

Na rubrica “Reviver Lousada”, Pedro Magalhães transporta-nos no tempo e recorda o grande incêndio que fustigou a Quinta dos Ingleses no final dos anos 50 do século XX.

Outros temas compõem esta edição, como o emprego/desemprego resultante da pandemia, novos estilos de vida alimentar, bem como o impacto no turismo que toda esta anormalidade, nos infringe.

Mais uma edição com assuntos relevantes e diversificados, para continuarmos a corresponder aos interesses dos lousadenses, numa perspetiva de missão esclarecedora e pertinente.

Boa leitura!

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