por | 12 Ago, 2021 | Desporto

ADRA renova Campo das Fontelas e sonha voltar a casa em breve 

A Associação Desportiva e Recreativa de Aveleda (ADRA) nasceu a um de agosto de 1968, através de um grupo de amigos que queria jogar futebol, que teve como impulsionador Jacinto Campos, o primeiro presidente. Atualmente, o grande sonho é terminar o alargamento do campo e voltar a jogar em casa. 

ADR Aveleda conta com 53 anos de trabalho, completados no passado dia um. Em crescimento constante, tem como objetivo atual terminar as obras de alargamento do campo e voltar a jogar em casa. 

“Queremos tornar o Campo das Fontelas um espaço cada vez mais moderno para oferecermos aos nossos atletas e aos nossos adeptos condições para passarem uma tarde de domingo a ver a redondinha a saltar no pelado”, revela João Paulo, presidente da associação. 

João Paulo, presidente

Neste momento, a associação é composta pelo futebol sénior e atletismo. “Os seniores estão na 1.ª divisão distrital da Associação de Futebol do Porto e o atletismo é puramente amador, apenas pela prática do desporto e pelo convívio e camaradagem que oferece aos nossos atletas”, confirma. 

A associação já teve escalões sub10, sub12 e sub14, todos a competir no campeonato amador da AFAL, “onde obtivemos excelentes resultados, mas atualmente estamos parados, porque com as obras não tínhamos campo para treinar e porque devido à pandemia o campeonato está suspenso”, lamenta. 

“A nossa maior vitória era termos sempre uma época de avanço em termos financeiros, mas neste momento com as obras a decorrer tudo o que tínhamos foi investido no campo.”

A maior dificuldade “é a financeira, todos os anos temos que nos reinventar para levar a bom porto a época desportiva. A nossa maior vitória era termos sempre uma época de avanço em termos financeiros, mas neste momento com as obras a decorrer tudo o que tínhamos foi investido no campo, por isso, vamos partir do zero, mas com determinação para fazermos uma época sem sobressaltos”, explica o presidente.

O presidente lembra a importância do grupo, que é composto por 13 diretores, “que têm feito um trabalho incrível nas obras do campo, sacrificando muito a sua vida pessoal em prol da associação. Só com muito amor e dedicação a este clube é que se tem feito um trabalho com a dimensão destas obras”.  

Não deixando de agradecer “a todos os que nos têm ajudado”, acrescenta: “quero deixar um profundo agradecimento ao Caíde de Rei pela forma como nos têm ajudado nesta fase, não nos vamos esquecer deste gesto. E agradecer também ao Município de Lousada e todos os particulares que nos têm ajudado com material, máquinas e mão de obra”. Por último, “e não menos importante”, João Paulo deixa uma mensagem aos adeptos, “que têm sido o nosso 13.º jogador e, por isso, um bem-haja para todos vós”. 

Os sonhos do grupo passam por “estabilizar a equipa na primeira divisão e criar condições para acalentarmos a subida, nomeadamente com a colocação de sintético para melhorarmos ainda mais as condições para os nossos atletas e tentar reativar as camadas jovens para criarmos bases para o futuro”, termina.

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